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A Pequena Companhia de Teatro ocupa o CCCBB com quatro espetáculos: Velhos caem do céu como canivetes, Pai & Filho, Ensaio sobre a memória e Desassossego. Em comemoração aos seus 20 anos de trajetória, a Ocupação ainda conta com a exposição "Pequena Mostra de Teatro" e a oficina "Artesania iluminocenográfica: desenvolvendo tecnologia a partir da obsolescência". Todas as atividades são gratuitas.
Criada em 2005, a Pequena Companhia de Teatro, referência teatral maranhense das últimas décadas, é composta pelos atores Cláudio Marconcine e Jorge Choairy, pelo encenador Marcelo Flecha e pela produtora Katia Lopes. Já conquistou quatro Prêmios FUNARTE de Teatro Myriam Muniz e participou dos principais projetos de circulação nacional – Palco Giratório, Programa Petrobras Distribuidora de Cultura, SESC Amazônia das Artes, SESI Viagem Teatral e Ocupação dos Centros Culturais BNB.
Foi selecionada para 70 festivais e mostras nacionais e já circulou por 72 cidades de 25 estados do país. “Sendo um grupo de teatro de pesquisa de ações continuadas, a circulação pelo Brasil é o nosso alicerce de sustentação, a teia que enlaça nossas ações com todas as regiões do país, e com todo o teatro de grupo feito por aqui”, explica Flecha.
26/02 a 20/04
Todos os dias, exceto às terças-feiras, 9h às 20h - Foyer do teatro
A Pequena Mostra de Teatro retrata a trajetória, pesquisa e desenvolvimento de um grupo teatral maranhense profissional; os desafios que perpassaram seus quase vinte anos de existência; as tecnologias desenvolvidas para reduzir os impactos ambientais, para otimizar os recursos financeiros, para construir uma pesquisa de linguagem focada na dramaturgia do ator e para sustentar seu compromisso político de operar o teatro como um potente instrumento de reflexão para além do entretenimento. No material exposto se vê o comprometimento com um fazer teatral sustentável, buscando construir uma carreira economicamente viável, ecologicamente atenta, socialmente focada na democratização do acesso ao teatro e culturalmente comprometida com o desenvolvimento do fazer teatral brasileiro.
Nos elementos, imagens, diários, iluminações, ilustrações e catálogos destacam-se o conceito de artesania, de manualidade, onde tudo é executado com o apuro, a imperfeição e a organicidade que só as mãos produzem; o compromisso com o teatro de grupo, seu ambiente dialético e democrático; e a competência multifuncional de cada membro, buscando como resultado o todo artístico e a unidade provocada pelo agrupamento, em detrimento do conceito de profissionalização alinhado à individualismo e prosperidade. A Pequena Companhia de Teatro, criada em 2005, é a maior referência teatral maranhense das últimas décadas, ganhadora de 4 Prêmios FUNARTE de Teatro Myriam Muniz, participou dos principais projetos de circulação nacional (Palco Giratório, Programa Petrobras Distribuidora de Cultura, SESC Amazônia das Artes, SESI Viagem Teatral, Ocupação dos Centros Culturais BNB), foi selecionada para 70 edições de festivais e mostras nacionais e já circulou por 72 cidades de 25 estados do país.
Classificação: Livre
Entrada: Gratuita
07 e 21/03 e 04/04, das 14h às 17h
Esta oficina faz parte do resultado e compartilhamento da pesquisa que vem sendo realizada pelo iluminador Marcelo Flecha durante as últimas duas décadas como uma ação política, na busca por democratizar um pensamento sobre a iluminação cênica para além de espaços que abriguem equipamentos de luz convencionais, e como esse pensar pode operar produtivamente uma instrumentalização da luz no teatro.
Os encontros propõem o estudo de elementos iluminocenográficos a partir de resíduos descartáveis, fontes luminosas do cotidiano e equipamentos de luz obsoletos, provocando no participante a construção de um pensar político, estético e narrativo a partir da luz.
Serão abordados: a) Estudo dos princípios, métodos e técnicas de concepção e confecção de iluminação cênica a partir de resíduos descartáveis, fontes luminosas do cotidiano e equipamentos de luz obsoletos; b) Apresentação e análise de sistema de registro escrito para ancoragem de ideias; c) Exposição dialógica sobre a iluminação como instrumento de dramaturgia, os efeitos da obsolescência na luz cênica, e a luz como gatilho performativo; d) Apresentação e análise de processo de criação e execução de elementos iluminocenográficos.
Público: iluminadores, cenógrafos, alunos de teatro, artistas de teatro, encenadores e pesquisadores com interesse em dramaturgia da luz a partir de iluminações não convencionais.
Carga horária: 9h | Classificação: 18 anos
Vagas: 30 vagas
Inscrições gratuitas: inscrições pelo formulário: https://forms.gle/CU8n36BbqScsoJ837
Livremente inspirado no conto Um señor muy viejo com unas alas enormes, de Gabriel García Márquez.
26/02 a 09/03/2026
Quinta, sexta e segunda, às 19h | sábado e domingo, às 17h
Um ser alado cai no quintal de um ser humano. É a partir dessa premissa que a narrativa se desenvolve. O ser humano, um catador de lixo que tenta sobreviver à miséria que assola sua família, vê sua rotina mudar com a queda de um ser alado em seu quintal. O espanto inicial dá lugar à necessidade de identificar o estranho ser, gerando um permanente questionamento quanto à definição do ser alado. Seria um anjo? Um frango? Um delírio provocado pela fome? É nessa teia que o espectador é convidado a se equilibrar, enquanto os dois seres se digladiam em um intenso confronto dialético. O exílio forçoso de um, e a miséria do outro, pontuam a trama, que apresenta um cenário pós-apocalíptico permeado de desesperança. Um ser alado e um ser humano, no abismo de suas percepções, preconceitos, medos e dúvidas.
Ficha técnica:
Elenco: Jorge Choairy (Ser Alado) e Cláudio Marconcine (Ser Humano)
Dramaturgia e encenação: Marcelo Flecha
Iluminação, cenografia e figurinos: Marcelo Flecha
Trilha sonora: Jorge Choairy e Marcelo Flecha
Operador de luz e som: Marcelo Flecha
Fotos divulgação: Ayrton Valle
Produção: Katia Lopes
Bate-papo após sessão: 07/03 | sábado
Sessão Inclusiva (intérprete de libras): 01/03 | domingo
Classificação: 14 anos | Gênero: Drama | Duração: 60 minutos
Livremente inspirado no conto “Carta ao Pai”, de Franz Kafka.
12 a 23/03/2026
Quinta, sexta e segunda, às 19h | sábado e domingo, às 17h
O espetáculo Pai & Filho utiliza uma linguagem crua e visceral para discutir as relações de poder, originadas na estrutura familiar e disseminadas na constituição sociocultural contemporânea. Na peça, um homem aprisionado e oprimido pelo poder do pai, procura enfrentá-lo, mas seu discurso não consegue quebrar a hierarquia familiar, impedindo que um diálogo aberto se estabeleça. A encenação disponibiliza um espaço para a discussão sobre o conflito de gerações e a relação de dependência utilizada no seio familiar como instrumento de poder.
Ficha técnica:
Elenco: Jorge Choairy (Filho) e Cláudio Marconcine (Pai)
Dramaturgia e encenação: Marcelo Flecha
Iluminação, cenografia e figurinos: Marcelo Flecha
Trilha sonora: Marcelo Flecha
Operador de luz e som: Marcelo Flecha
Fotos divulgação: Ayrton Valle
Produção: Katia Lopes
Bate-papo após sessão: 21/03 | sábado
Sessão Inclusiva (intérprete de libras): 15/03 | domingo
Classificação: 14 anos | Gênero: Drama | Duração: 60 minutos
Livremente inspirado no conto “A outra morte” de Jorge Luís Borges.
26/03 a 06/04/2026
Quinta, sexta e segunda, às 19h | sábado, domingo e feriado, às 17h
Um escritor e sua assistente iniciam uma pesquisa para a escrita de um novo conto. O objeto de pesquisa é um senhor que se engajou contra um regime militar latino-americano e foi torturado. Por não resistir à tortura entregou seus pares, e passou a vida esperando uma segunda chance para remediar essa fraqueza. Mas como Deus não pode fazer com que o que foi não tenha sido, a peça mergulha em um labirinto de narrativas: conflitos de versões, memórias ficcionais, e suspeição histórica escondem um fim inesperadamente revelador.
Ficha técnica:
Elenco: Cláudio Marconcine (Escritor), Dênia Correia (Mulher), Lauande Aires (Pedro Damián) e Katia Lopes (Espectro)
Dramaturgia e encenação: Marcelo Flecha
Iluminação, cenografia e figurinos: Marcelo Flecha
Trilha sonora: Lauande Aires
Operador de luz: Marcelo Flecha
Operador de som: Katia Lopes
Fotos divulgação: Ayrton Valle
Produção: Katia Lopes
Bate-papo após sessão: 04/04 | sábado
Sessão Inclusiva (intérprete de libras): 29/03 | domingo
Classificação: 14 anos | Duração: 60 minutos | Gênero: Drama
Livremente inspirado no “Livro do desassossego” de Fernando Pessoa.
09 a 20/04/2026
Quinta, sexta e segunda, às 19h | sábado e domingo, às 17h
Desassossego é um convite para o espectador mergulhar em uma experiência cênica sensorial, emotiva, divertida e provocadora. Luciana Duarte e Jeyzon Leonardo são personagens de si mesmos em uma comédia constrangedora para sorrisos amarelos, encenada por Marcelo Flecha. Na busca pela cena perfeita, tentando construir um novo espetáculo, eles convidam o espectador a invadir um processo de montagem, e ver de maneira escancarada todos os desassossegos, descompassos e descaminhos do mundo teatral, se deparando com a metáfora perfeita do que é a vida humana cotidiana, no seu aspecto mais puro. Afinal, nem o teatro imita a vida, nem a vida imita o teatro, tudo faz parte do mesmo caos: “Fazer teatro é um novo nascimento. E daqui pra frente tudo é obstáculo...”
Ficha técnica:
Elenco: Luciana Duarte e Jeyzon Leonardo
Dramaturgia: Marcelo Flecha e Cia. A Máscara de Teatro
Encenação: Marcelo Flecha
Cenografia, iluminação, figurinos e trilha sonora: Marcelo Flecha e Cia. A Máscara de Teatro
Operador de luz e som: Luciana Duarte e Jeyzon Leonardo
Produção: Luciana Duarte e Katia Lopes
Bate-papo após sessão: 18/04 | sábado
Sessão Inclusiva (intérprete de libras): 12/04 | domingo
Classificação: 14 anos | Duração: 60 minutos | Gênero: Comédia constrangedora para sorrisos amarelos
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