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Classificação 14 anos

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CCBB SP - Cinema

(11) 4297-0600

Ingressos serão liberados às 9h da manhã para todos os eventos do dia (bilheteria e site)

Normas de visitação

Com entrada gratuita, a mostra inédita dedicada à Sarah Maldoror, considerada uma das primeiras cineastas negras a filmar na África, traz curtas e longas-metragens, que destacam o papel da cineasta franco-guadalupense na história dos cinemas negros e de mulheres.

Nascida na França, filha de pai guadalupense, Sarah Maldoror (1929-2020) foi uma figura central do cinema anticolonial. A cineasta construiu uma filmografia de mais de quarenta títulos que documentam e ficcionalizam as frentes de libertação em Angola, Guiné-Bissau e Cabo Verde, além de tratarem de temas como a imigração, o engajamento político e o pensamento decolonial. Sua estética diferencia-se por fundir o rigor político à sensibilidade poética, deslocando o olhar para a subjetividade humana e, fundamentalmente, para o protagonismo feminino nas insurgências africanas.

Com curadoria conjunta de Lúcia Monteiro, Izabel de Fátima Cruz Melo e Letícia Santinon, a retrospectiva “O Cinema anticolonial de Sarah Maldoror” no CCBB SP pode ser considerada uma das mais completas já realizadas sobre a cineasta no país. Sua programação conta com 34 obras, sendo 19 dirigidas por Sarah Maldoror e outras 15 assinadas por diferentes realizadores.

Programação

21/02 (sábado)
16h30 – Sessão de Abertura | Sambizanga, 97min (comentada por Henda Ducados)

22/02 (domingo)
14h30 – Monangambééé + Alma no olho, 29min (com participação de Henda Ducados)
16h – Debate Resiliência e resistência: o percurso de uma militante (com participação de Henda Ducados e mediado por Marcia Vaz), 60min
17h – Sessão Carnaval (Fogo, uma ilha em chamas + Carnaval no Sahel + Em Bissau, o carnaval), 80min

23/02 (segunda)
17h30 - Prefácio a Fuzis para Banta, 28min (comentada por Lúcia Monteiro  e Henda Ducados)
19h – Sessão Poesia em Movimento (Louis Aragon, uma máscara em Paris + René Depestre, poeta haitiano + Léon G. Damas), 50min

25/02 (quarta)
17h - Aimé Césaire, um homem, uma terra, 52min (comentada por Rita Chaves)

26/02 (quinta)
18h – Cais, 70min (sessão seguida de apresentação de Safira Moreira)

27/02 (sexta)
17h - E os cães se calavam + Aimé Césaire, a máscara das palavras, 60min (comentada por Annouchka de Andrade)
19h - Leitura dramática de roteiro inédito da Sarah Maldoror, por Safira Moreira, 60min.

28/02 (sábado)
14h - O Hospital de Leningrado, 58min (conversa com Annouchka sobre roteiros de Sarah Maldoror)
16h – Sambizanga, 97min (comentada por Annouchka de Andrade)

01/03 (domingo)
14h30 - Sem Sol, 140min
16h30 – Sessão Sarah assistente: Elas + O Legado da Coruja, 48min
17h30 - Debate de Annouchka de Andrade e Mateus Araújo: conversa sobre a amizade de Chris Marker e Sarah Maldoror, 60min.

02/03 (segunda)
15h30 – Sessão Retratos de Mulheres, Retratos da Negritude (Abertura do Teatro Negro em Paris + Retrato de uma mulher africana + Christiane Diop + Primeiro Encontro Internacional das Mulheres Negras + Assia Djebar + Ana Mercedes Hoyos – Pintora + Louis Aragon – Uma máscara em Paris), 56min.
17h – Ôrí, 100min (debate com Raquel Gerber e Annouchka de Andrade)

04/03 (quarta)
18h – Monangambée + Alma no olho, 29min

05/03 (quinta)
16h - Sessão Carnaval (Fogo, uma Ilha em Chamas + Carnaval no Sahel + Em Bissau, o Carnaval - três curtas de Sarah Maldoror), 80min
17h45 - A Batalha de Argel, 121min

06/03 (sexta)
16h - Sessão Retratos de Mulheres, Retratos da Negritude (Abertura do Teatro Negro em Paris + Retrato de uma mulher africana + Christiane Diop + Primeiro Encontro Internacional das Mulheres Negras + Assia Djebar + Ana Mercedes Hoyos – Pintora + Louis Aragon – Uma máscara em Paris), 56min
17h30
- Sessão Curtas de Sara Gomez (Na outra ilha + Uma ilha para Miguel + Ilha do tesouro), 71min

07/03 (sábado)
16h - Sessão Poesia em Movimento (Louis Aragon, uma máscara em Paris + René Depestre, poeta haitiano + Léon G. Damas), 49min
17h30 - Aimé Césaire, um homem, uma terra, 57min

08/03 (domingo)
15h – Sambizanga, 97min
17h – Sessão Sarah Assistente (Elas + O Legado da Coruja), 48min

09/03 (segunda)
18h30 - Prefácio a Fuzis para Banta, 25min

11/03 (quarta)
18h – Ôrí, 100min

12/03 (quinta)
18h - Sessão Retratos de Mulheres, Retratos da Negritude (Abertura do Teatro Negro em Paris + Retrato de uma mulher africana + Christiane Diop + Primeiro Encontro Internacional das Mulheres Negras + Assia Djebar + Ana Mercedes Hoyos – Pintora + Louis Aragon – Uma máscara em Paris), 56min

13/03 (sexta)
16h - O Hospital de Leningrado, 59min
17h – Curso Restaurar arquivos em vídeo da televisão. Com Nathanaël Arnould (INA-França), Eduardo Morettin (USP) e Daniela Siqueira (UFMS), 120min

14/03 (sábado)
17h - E os cães se calavam + Aimé Césaire, a máscara das palavras, com comentários de Nathanaël Arnould (INA-França), 60min

15/03 (domingo)
15h – Sessão Curtas de Sara Gomez (Na outra ilha + Uma ilha para Miguel + Ilha do tesouro, comentada por Nayla Guerra), 71min
17h30 - Monangambééé + Alma no olho, 29min

16/03 (segunda)
17h30 - Sem sol, 140min

18/03 (quarta)
16h30 - Batalha de Argel, 121min (comentada por Tina Beskow).

19/03 (quinta)
18h - E os cães se calavam + Aimé Césaire, a máscara das palavras, 60min

20/03 (sexta)
18h30 - Uma sobremesa para Constance, 59min

21/03 (sábado)
15h - Sessão Curtas de Safira Moreira (Travessia + Nascente + Alágbedé + Da pele prata), 50min
16h - Prefácio a Fuzis para Banta, 25min
16h40 - Curso Memória e Ancestralidade, com Lilian Santiago e Lúcia Monteiro, 120min

22/03 (domingo)
15h - Curso Sarah Maldoror Roteirista, 120min
17h - Uma sobremesa para Constance, 59min

Sinopses

FILMES DE SARAH MALDOROR

Abertura do teatro negro em Paris
L'ouverture du théâtre noir à Paris, Sarah Maldoror, 1980, 6 min, França
Reportagem de Sarah Maldoror sobre um novo centro cultural de Paris, dedicado ao teatro negro.

 Ana Mercedes Hoyos
Ana Mercedes Hoyos, Sarah Maldoror, 2009, 13 min, França/Colômbia
Documentário dedicado à pintora e escultora colombiana Ana Mercedes Hoyos. Atenta à multiculturalidade colombiana e em especial à presença negra e à história da escravidão na Colômbia, a artista desenvolveu uma relação especial com a população do Palenque de São Basílio, quilombo próximo de Cartagena, considerado o primeiro povo livre das Américas.

Assia Djebar
Assia Djebar, Sarah Maldoror, 1987, 7 min, França
Reportagem televisiva sobre a escritora argelina Assia Djebar, por ocasião do lançamento de seu livro "Sombra sultana". A autora reflete em voz alta sobre as mulheres no mundo árabe, sobre sua relação com o medo, o cerceamento no espaço doméstico e a esperança de ganhar a luz do exterior.

Aimé Césaire, a máscara das palavras
Aimé Césaire, the mask of words, Sarah Maldoror, 1987, 47 mi, Estados Unidos, Martinica 
Dez anos após realizar seu primeiro filme em torno do poeta surrealista, dramaturgo, ativista e político martinicano Aimé Césaire, Sarah Maldoror volta a esta figura na ocasião em que recebe uma importante homenagem nos EUA. Ideólogo do conceito de "negritude", na entrevista que concede a Maldoror, Césaire fala de sua trajetória, reflete sobre história, colonialismo, preconceitos e sobre o papel da poesia.

Aimé Césaire - um homem, uma terra
Aimé Césaire - un homme une terre, Sarah Maldoror, 1976, 52 min, França, Martinica
Aimé Césaire foi surrealista, ensaísta, ativista e um dos fundadores do movimento da Negritude, uma corrente artística e política progressista que defendia a cultura negra, fortemente ligada a ideais marxistas e anticoloniais.

Carnaval no Sahel
Un carnaval dans le Sahel, Sarah Maldoror, 1979, 23 min, Cabo Verde
O Carnaval é um evento e uma festividade em que os limites podem ser transgredidos em um contexto repleto de música, sensações e texturas. Neste filme, ele é também o ponto de partida para uma abordagem sobre a história da cultura negra e do colonialismo, com conceitos de identidade e negritude ocupando o centro da cena.

Christiane Diop
Christiane Diop, Sarah Maldoror, 1985, 6 min, França
Reportagem dedicada a Christiane Diop, que comanda a livraria e editora Présence Africaine desde a morte de seu companheiro, Alioune Diop, em 1980. Fundada em 1947 como revista, a Présence Africaine logo expande suas atividades e se torna ponto de convergência de intelectuais negros vindos da África e das Antilhas.

E os cães se calavam
Et les chiens se taisaient, Sarah Maldoror, 1976, 13 min, França
Peça teatral cuja narrativa foca na rebelião de um homem contra a escravização de seu povo, filmada no interior do Musée de l'Homme, em Paris. Com atuações de Gabriel Glissant e Sarah Maldoror.

Em Bissau, o carnaval
Carnival en Guinée-Bissau, Sarah Maldoror, 1980, 13 minutos, Guiné-Bissau. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Um curta-metragem documental que aborda como os habitantes da Guiné-Bissau enxergam sua identidade e cultura negra, tendo como pano de fundo a celebração anual do Carnaval.

Fogo, uma ilha em chamas
Fogo, l'île de feu, Sarah Maldoror, 1979, 23 min, Cabo Verde, França
A Ilha do Fogo, em Cabo Verde, é o cenário deste documentário dos anos 70 produzido pelo governo revolucionário do novo país, no qual a diretora optou por uma abordagem antropológica. O filme lança um olhar belíssimo sobre uma nação no início de sua independência.

Léon G. Damas
Léon G. Damas, Sarah Maldoror, 1995, 24 min, França
Um curta sobre o cofundador da revista L'Étudiant Noir, que promoveu a conscientização cultural negra, colaborador da Présence Africaine, poeta, deputado guianense, representante da UNESCO e combatente da resistência francesa.

Louis Aragon, uma máscara em Paris
Un Masque à Paris: Louis Aragon, Sarah Maldoror, 1978, 13 minutos, França. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Sarah Maldoror entrevista, neste documentário, Louis Aragon, poeta e figura fundamental do surrealismo francês. Ao mesmo tempo, questiona a forma como o movimento surrealista – nos períodos entre e pós-guerra – encarou a questão racial, do “outro” e da afirmação de outras identidades.

Monangambééé
Monangambeee, Sarah Maldoror, 1968, 16 min, Angola
Os abusos dos traficantes de escravos portugueses em sua colônia de Angola são retratados por meio da tortura de um prisioneiro, fundamentada na ignorância e na incompreensão.

O hospital de Leningrado
L'hôpital de Leningrad, Sarah Maldoror, 1983, 58 min, França
Uma história de prisão política ambientada em um hospital psiquiátrico, onde a polícia estatal de Stalin colocava seus opositores. A narrativa é fiel ao texto original, um conto do escritor russo Victor Serge.

Primeiro encontro internacional das mulheres negras
Première rencontre internationale des femmes noires, Sarah Maldoror, 1986, 6 min, França
Reportagem sobre o encontro ocorrido em novembro de 1986, em Paris.

René Depestre, poeta haitiano
René Depestre, poète haïtien, Sarah Maldoror, 1981, 5 min, França
Pequeno documentário sobre René Depestre, poeta e antigo ativista comunista, umas das mais importantes figuras da literatura do Haiti.

Retrato de uma mulher africana
Portrait d'une femme africaine, Sarah Maldoror, 1985, 3 min, França
Reportagem televisia a respeito da imigração de senegaleses para a França. A cineasta acompanha uma jovem cozinheira senegalesa, que trabalha em um centro de acolhimento para trabalhadores estrangeiros.

Sambizanga
Sambizanga, Sarah Maldoror, 1972, 97 min, Angola, França Classificação: 14 anos.
Sinopse: Domingos é membro de um movimento de libertação africano, preso pela polícia secreta portuguesa, após eventos sangrentos em Angola. Ele não trai seus companheiros, mas é espancado até a morte na prisão, e sem saber que ele morreu, sua esposa percorre diversas prisões, tentando em vão descobrir o seu paradeiro.

Uma sobremesa para Constance
Un dessert pour Constance, Sarah Maldoror, 1981, 63 min, França
Nos anos 70, Bokolo e Mamadou, varredores na cidade de Paris, buscam uma maneira de custear o retorno para casa de um de seus companheiros doentes.


FILMES DE OUTROS CINEASTAS

CONSTELAÇÃO SARAH MALDOROR
Filmes em que Sarah Maldoror trabalhou como assistente ou que contêm imagens filmadas por ela

 A batalha de Argel
La battaglia di Algeri, Gillo Pontecorvo, 1966, 121 min, Argélia e Itália
Nos anos 1950, o medo e a violência aumentam à medida que o povo da Argélia luta pela independência do governo francês. Sarah Maldoror foi assistente de Pontecorvo nas filmagens.

Elas
Elles, Ahmed Lallem, 1966, 22 min, Argélia
No período pós-independência, estudantes argelinas do ensino médio falam sobre suas vidas e comentam como vislumbram o futuro, a democracia e o seu lugar na sociedade. Sarah Maldoror foi assistente de Lallem nas filmagens.

Sem Sol
Sans soleil, Chris Marker, 1983, 104 min, França
Uma mulher narra os escritos contemplativos de um viajante do mundo experiente, com foco no Japão contemporâneo.

O legado da coruja - Episódio 7
L'héritage de la chouette - "Logomachie ou Les mots de la tribu", Chris Marker, 1990, 27 min, França
Cineastas ensaístas como Marker e Godard adoram jogos de palavras. Aqui, conforme as imagens mostram como vocábulos de origem grega permeiam a nossa mídia, as placas de rua e até mesmo os grafites, mergulhamos, sob uma perspectiva semiótica, nas bases da própria fala.

Prefácio a Fuzis para Banta
Préface à Des fusils pour Banta, Mathieu Kleyebe Abonnenc, 2011, 28 min, França
Uma elegia ao filme perdido de Sarah Maldoror, "Fuzis para Banta", filmado em 1970 na Guiné-Bissau, durante a guerra de independência e confiscado durante a montagem, na Argélia. Abonnenc estrutura seu filme em torno das fotografias de cena, das anotações do roteiro e de conversas com Sarah Maldoror.


GENEALOGIA IMAGINATIVA
Filmes que apresentam proximidade estética e política com a obra de Sarah Maldoror

Alma no olho
Alma no olho, Zózimo Bulbul, 1973, 11 min, Brasil
Metáfora sobre a escravidão e a busca pela liberdade por meio da transformação interna do ser, em um jogo de imagens de inspiração concretista.

Ôrí
Ôrí, Raquel Gerber, 1989, 100 min, Brasil
Um olhar sobre o movimento negro brasileiro entre 1977 e 1988, a partir da relação entre o Brasil e a África.

Cais
Cais, Safira Moreira, 2025, 70 min, Brasil
Dois meses após o falecimento de sua mãe Angélica, Safira viaja em busca de encontrá-la em outras paisagens. Num curso fluvial, o filme percorre cidades banhadas pelo Rio Paraguaçu, na Bahia, e pelo Rio Alegre, no Maranhão, para imergir em novas perspectivas sobre memória, tempo, nascimento, vida e morte.


Curtas de Safira Moreira

Travessia
Travessia, Safira Moreira, 2017, 5 min, Brasil Articulando poesia, arquivos fotográficos e encenação, Safira Moreira problematiza de forma poética a ausência ou dificuldade de permanência das imagens das pessoas negras.

Nascente
Nascente, Safira Moreira, 2020, 6 min, Brasil
Quatro mulheres e uma criança, reunidas em numa casa em Salvador, em agosto de 2020. Apesar das restrições pandêmicas, tudo ali flui como um rio correndo nas matas, em uma energia etérea e misteriosa.

Alágbedé
Alágbedé, Safira Moreira, 2021, 12 min, Brasil
Ogum, orixá yiorubá. Quando se manifesta sob o epíteto de Alágbedé, estão ressaltam-se suas habilidades com a forja, o fogo e os metais. Senhor das técnicas e das tecnologias – desceu à Terra para ensinar aos seres humanos a metalurgia.

Da pele prata
Da pele prata, Safira Moreira, 2025, 27 min
Neste filme dedicado aos seus pais, Angélica Moreira, pedagoga e idealizadora do Ajeum da Diáspora, e Chico da Prata, ourives especializado em joias com temática relacionada ao candomblé, Safira Moreira retoma, sob uma perspectiva diversa de Travessia (2017), a construção de um percurso breve, mas profundo, sobre a história da sua família.

Curtas de Sara Gómez

Ilha do tesouro
Isla del tesoro, Sara Gómez, 1969, 9 min, Cuba
Uma curta evocação poética de Sara Gómez sobre a Ilha de Pinos, a ilha onde Fidel Castro foi preso por Batista e onde a revolução constrói uma nova sociedade. O filme apresenta uma justaposição da prisão Presídio Modelo com a produção de cítricos.

Uma ilha para Miguel
Una isla para Miguel, Sara Gómez, 1968, 22 min, Cuba
Miguel, um de 12 filhos oriundos de um bairro pobre de Havana, é enviado pela família para a "Isla de Pinos", para se tornar um novo homem. Gómez aponta a sua câmara para este território, para onde os marginalizados (jovens, negros, pobres, homossexuais, religiosos, hippies) eram enviados para trabalho e reeducação forçados.

Na outra ilha
En la otra isla, Sara Gómez, 1968, 41 min, Cuba
Sara Gómez entrevista habitantes da Ilha da Juventude, em Cuba (então conhecida como Ilha de Pinos), capturando suas perspectivas sobre diversas questões sociais.

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