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Exposição

Espelho Labirinto

Imagem de Calendário

19/1 a 13/3

Serviço


  • Local

    CCBB Brasília
    SCES, Trecho 2 – Brasília/DF
    Galerias 1, 2 e Pavilhão de Vidro


  • Horário

    Terça a domingo, de 9h às 20h


  • Ingresso

    Entrada gratuita
    Adquira seu ingresso pelo app ou site da Eventim


  • Classificação Livre

Covid19

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Fique atento

O Espelho Labirinto é uma exposição que traz um mundo de cores, imagens, formas e ações instigantes, e que poderá ser visitado nas galerias 1 e 2 e no pavilhão de vidro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília de 19 de janeiro a 13 de março de 2022.

A proposta é apresentar um novo modo de interagir com a arte. A escritora Clarice Lispector, autora de textos intimistas, foi a grande inspiração dos curadores para o formato da exposição inédita que abre o calendário de 2022 do CCBB Brasília, com trabalhos de artistas brasileiros contemporâneos. A mostra sugere ao visitante que identifique os autores das obras e suas conexões, em uma rara oportunidade para conhecer 180 obras de 86 artistas, em um único lugar.

As obras expostas fazem parte da coleção Sérgio Carvalho e entre os 85 artistas que participam da exposição constam nomes premiados como Christus Nóbrega, Luiza Baldan, Flávio Cerqueira, Sandra Cinto, Regina Silveira, Coletivo Três Pe, Sofia Borges, Nazareno, Laerte Ramos, André Severo e Paula Krause. A maioria dos artistas é ganhadora ou foi indicada ao Prêmio PIPA, que reconhece artistas brasileiros contemporâneos.

O trabalho dos artistas está organizado em três ambientes do Centro Cultural, proporcionando que o visitante passeie entre as inúmeras instalações dos jardins do amplo espaço aberto e ainda aprecie uma das mais belas vistas de Brasília, como a Ponte JK e o Lago Paranoá. É aqui que a agenda cultural também se transforma em roteiro turístico.

Conheça alguns artistas participantes


    Christus Nóbrega: O artista plástico Christus Nóbrega utiliza várias técnicas e explora a imagem por meio da excepcionalidade, utilizando elementos da transição entre fotografia, foto-objeto, vídeo e arte computacional. Em 2015 foi convidado pelo Itamaraty para realizar residência artística na China. Possui obras em acervos de coleções privadas e institucionais como a Fondation Cartier pour L’art Contemporaine (França), Central Academy of Fine Arte (China) e Museu de Arte do Rio (MAR), no Brasil.

    Luiza Baldan: Ela se apropria de áreas urbanas transfiguradas por construções arquitetônicas para realizar o seu trabalho, é assim a obra de Luiza Baldan. Seu objetivo não é documentar a experiência e sim produzir ficção a partir dos fatos cotidianos. Entre residências, mudanças, errâncias e cidades, Baldan se habituou ao trânsito e ao transitório, e seu olhar vem acompanhando o percurso, ora cinematográfico, ora pictórico, mas sempre fotográfico. O cinema, a pintura e a literatura atravessam suas imagens, sempre marcadas pela convivência com o espaço construído.

    Laerte Ramos: Nome de destaque no cenário da arte contemporânea brasileira, especialmente pela produção em cerâmica e gravuras. Na exposição Espelho Labirinto, Laerte Ramos traz o trabalho “50% off”, um grande painel contendo 300 pés direitos de tênis formando um bloco que lembra uma vitrine de lojas de calçados. As esculturas são feitas em cerâmica. Ramos também trabalha com vídeo, instalação, performance e a ação urbana. As pesquisas que realiza têm como principal eixo condutor os meios reprodutivos da imagem, as seriações em diferentes suportes e a relação com as cidades.

    Sandra Cinto: A obra da desenhista, pintora, escultora e gravadora Sandra Cinto tem no desenho o fio condutor de seu trabalho. Em muitas de suas obras, os espectadores experimentam espaços que estimulam a reflexão sobre o ambiente ao redor e como ele é ocupado. A provocação de Sandra pode ser vista, por exemplo, em nuvens pintadas em suportes de pequeno e médio porte e que são substituídas por grandes céus noturnos e mares agitados, feitos com caneta esferográfica.

    Flávio Cerqueira: Narrar uma história é a especialidade do artista plástico Flávio Cerqueira. Ele cria vigorosas esculturas de bronze figurativas, focadas na construção de narrativas e representação de ações. Ele retrata seus personagens em situações cotidianas comuns e universais, como em momentos de introspecção, reflexão, concentração e ação.

    Tres Pe: O grupo Tres Pe é um coletivo de artistas formado em Brasília. O grupo busca por meio da produção poética e da pesquisa o aprofundamento das questões que surgem da relação do corpo com os objetos para produzir ação e surpreender com performances.

    Regina Silveira: O trabalho de Regina Silveira, que adota diferentes linguagens, explora temas que passam pela composição da imagem, pela reinvenção da representação, pelo poder e pela política. Ela começou a intervir no espaço com a aplicação de silhuetas sombreadas, em tinta ou látex, sobre paredes ou pisos. Algumas de suas obras apresentam ampla relação com a arquitetura, como Vértice (1994) ou Escada Inexplicável II (1999), nas quais oferece ao espectador a ilusão de profundidade.

    Nazareno: Em sua obra Nazareno trabalha com situações lúdicas, que abarcam os receios e os encantamentos das relações humanas. Desenhista, escultor e artista multimídia, Nazareno vivia em Brasília.

    Sofia Borges: A artista plástica Sofia Borges utiliza em seu trabalho a fotografia, a performance e o teatro. O objetivo é investigar noções filosóficas sobre a representação e a relação da linguagem com a existência e o significado.

    André Severo e Paula Krause: Com carreiras individuais consolidadas, André Severo e Paula Krause são referência na arte contemporânea do Rio Grande do Sul. Severo, que foi curador da 30ª Bienal de São Paulo e da representação brasileira na 55ª Bienal de Veneza, produziu mais de uma dezena de filmes. Krause, que apresentou sua obra na Rendez-Vous 13, mostra paralela à Bienal de Lyon, em 2013, desenvolve seu trabalho plástico por meio da fotografia, do audiovisual e da performance. Companheiros na vida e na arte, sempre colaboraram nos trabalhos individuais de um e de outro.

    Todos os artistas


      Os 85 artistas de Espelho Labirinto, que transformam a exposição em uma experiência lúdica, têm em comum a inovação e a provocação. Eles fazem arte contemporânea e desafiam as certezas do espectador propondo uma nova forma de pensar e ver o mundo. Suas obras e abordagens artísticas podem dialogar tanto com questões amplas da sociedade como com aspectos íntimos e histórias pessoais. Nesta mostra, o visitante terá a oportunidade de conhecer cada um dos artistas e as conexões existentes entre seus trabalhos.

      Albano Afonso; Alice Lara; Amanda Melo da Mota; Ana Elisa Egreja; Ana Prata; Ananda Giuliani; André Severo; André Terayama; Bárbara Mangueira; Bento Ben Leite; Bruno Vilela; Carolina Ponte; Christus Nóbrega; Dalton Paula; Dirceu Maués; Éder Roolt; Eduardo Frota; Efrain Almeida; Elder Rocha; Evandro Carlos Jardim; Emmanuel Nassar; Farnese de Andrade; Fernanda Azou; Fernando Aquino; Flávio Cerqueira; Gil Vicente; Gisele Camargo; Helô Sanvoy; Hildebrando de Castro; Iago Gouvêa; Isabela Carneiro; James Kudo; Janaína Mello Landini; Joana Traub Cseko; João Angelini; José Roberto Bassul; José Rufino; Julia Milward; Juliana Kase; Jurandy Valença; Kátia Fiera; Kátia Maciel; Laerte Ramos; Laura Gorski; Leandro Aragão; Levi Orthof; Lucia Koch; Luciana Paiva; Ludmila Alves; Luiza Baldan; Manoel Veiga; Marcela Cantuária; Marcelo Silveira; Marco Túlio Resende; Marcos Chaves; Maria Laet; Marlene Stamm; Martinho Patrício; Mauro Piva; Mauro Restiffe; Milton Marques; Nazareno; Nino Cais; Pamela Anderson; Paula Krause; Pedro David; Pedro Ivo Verçosa; Poliana Dalla Barba; Polyana Morgana; Ralph Ghere; Raquel Nava; Regina Silveira; Rodrigo Bivar; Rodrigo Braga; Rodrigo Cass; Rodrigo Zeferino; Sandra Cinto; Sofia Borges; Thaïs Helt; Tres Pe; Valéria Pena-Costa; Véio; Wagner Barja; Waléria Américo; Yana Tamayo e Zé Crente.

      Os curadores e o colecionador

      O fotógrafo, ensaísta e curador Vicente de Mello é formado em Comunicação Social pela Universidade Estácio de Sá e especializou-se em História da Arte e Arquitetura no Brasil, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC/RJ.

      Aldones Nino é Curador Adjunto de Collegium (Arévalo, Espanha) e Assessor de Educação e Formação do Instituto Inclusartiz (Rio de Janeiro, Brasil). Doutorando em Historia y Arte pela Universidade de Granada em cotutela com o programa de Pós Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

      Sérgio Carvalho, advogado, radicado em Brasília desde 1969 e candango de coração, é guardião de mais de 2.300 obras de 180 artistas brasileiros contemporâneos. O conjunto é considerado um dos maiores de obras contemporâneas do Brasil.

      Galeria


        Making of